A palavra "diamante" vem do grego "adamas", que significa indestrutível. Formado a mais de 120 km abaixo da superfície da Terra, onde há pressão e temperaturas necessárias para transformar o carbono em diamante.
Existem duas formas de diamantes serem transportados para a superfície: através das erupções vulcânicas e do deslocamento das placas tectônicas. Os antigos vulcões são as principais fontes de diamantes.

Quando um diamante é encontrado, geralmente está em uma forma desproporcional, bruta, sem brilho e muitas vezes contém resíduos colados que alteram sua cor e aparência, fazendo com que não se assemelhe ao diamante que conhecemos.

É nesse momento que entram em ação os lapidários, que vão analisar a melhor forma de trazer beleza e vida à pedra, aplicando a forma de lapidação mais conhecida, a "brilhante", com suas 58 facetas. Essas facetas são responsáveis por refletir a luz e realçar o brilho dos diamantes, tornando-os únicos aos nossos olhos.
Para auxiliar na identificação e valorização de um diamante, foram estabelecidas normas e padrões internacionais de qualidade. Existem institutos gemológicos em todo o mundo, sendo o mais conhecido o GIA, e no Brasil o IBGM, que emitem certificados atestando as características dos diamantes com base nesses padrões de qualidade, os quais são classificados pelos 4 C's: Carat Weight (Peso), Clarity (Pureza), Color (Cor) e Cut (Lapidação).